sábado, 7 de março de 2015

Mulheres traídas – A dor e a viagem para dentro de si

Embora exista um traço marcante nas mulheres traídas – o de continuar a relação – o que fica é o medo de passar por isso novamente.

Veja também: 10 traços que mulheres traídas têm em comum


Lendo vários depoimentos de mulheres traídas, selecionei 10 que creio serem os sentimentos mais comuns a elas.

1. Sofrimento
A traição dói.  É um duro golpe no casamento que pode destruí-lo e a todos os sonhos que ele abriga. A decepção, a raiva, a comparação com a “outra” e o sentimento de menos valia se apossam da alma feminina traída. A mulher perde a esperança de ser feliz e a fé nos relacionamentos. A dor faz parte do processo de “luto” pela relação, mas deve trazer consigo a esperança de superação.
2. Abalo na autoestima
É difícil permanecer com a autoestima lá em cima, quando se é vítima de traição. A mulher se sente rejeitada, diminuída, feia, sem amor e com pena de si mesma. Nesse momento o “por quê?” se torna o seu companheiro íntimo. Ela quer entender, ela quer saber, quer os pormenores sórdidos para tentar compreender o que levou o marido a preferir outra, a eleger outra como amante. Essa é uma armadilha que poderá ferir ainda mais.
3. Falta de perspectiva
E agora? A mulher se pergunta quando seu mundo parece que desabou em seu redor. A vida sem o amado começa a passar diante dos seus olhos. Perguntas inundam a mente: “O que vai ser da minha vida agora?”. “Meus filhos crescerão sem pai?” Quando o homem é o único provedor da família a situação fica ainda pior na visão feminina.  Esse é um dos motivos que as mulheres costumam tentar manter o casamento. Se não for o seu caso, procure ter mais autonomia psíquica e busque ajuda de pessoas amigas e familiares que estejam dispostos a apoiá-la.
4. Culpa
Onde foi que eu errei?  Embora exista uma parcela de culpa em cada um no relacionamento que se deteriora, a mulher por vezes tenta buscar onde errou e no desespero de manter o marido faz promessas de mudar, de mostrar mais amor. Embora seja saudável nesse processo buscar ver onde cada um errou, lembrar que o culpado da traição é quem traiu, pode ser de grande ajuda nesse momento de sofrimento.
5. Busca de “razões”
Eu não me cuido, estou gorda, falhei com ele, etc. A busca de razões é quase automática, porém inútil. Não existem razões suficientes para fazer alguém trair se a pessoa não estiver disposta a fazê-lo. É uma decisão pessoal.
6. Raiva
Num segundo momento, a situação de surpresa, dor profunda e mágoa pode se transformar em raiva. A mulher traída pode ter um acesso de fúria, como a americana que destruiu um carro de quase um milhão de reais. Embora muitas vezes justificada, a raiva é prejudicial e não deve ser alimentada. Tentar destruir o parceiro ou sua amante pode ter consequências graves.
7. Perda da confiança
Ninguém presta, todo homem trai, nunca vou amar de novo. O tempo passa, esses sentimentos tendem a ir junto com ele.
8. Desejo de vingança
Como na canção “Atrás da porta” – A mulher pode começar um comportamento do tipo:
Dei prá maldizer o nosso lar
Pra sujar teu nome, te humilhar
E me vingar a qualquer preço
Muitas vezes surge até mesmo um desejo de “pagar na mesma moeda”.  Ao invés de alimentar tais sentimentos, o melhor é cuidar de si mesma, resgatar a autoestima, o respeito próprio e seguir adiante com dignidade. Tentar encher o coração e a mente de pensamentos construtivos e objetivos de louváveis.
9. Apego a um poder superior
A maioria das mulheres que relatam a traição, dizem ter encontrado forças em Deus para superar a dor, perdoar e seguir em frente. Vale a pena tentar esse caminho.
10. Desejo de continuar a relação

Outro traço comum à maioria das mulheres traídas é o desejo de que o marido volte ao relacionamento, que mude suas atitudes e seja o homem que ela idealizou. Se a mulher sente que foi um deslize dele, que ele a ama e deseja permanecer no casamento e – principalmente - que ela pode perdoar, vale a pena tentar novamente, dar uma nova chance à relação. Se necessário, buscar uma terapia de casais. 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Viciados em alívio - A dependência de medicamentos



     
       A revista superinteressante trouxe um artigo realmente atual – O vício em Remédios, que eu chamo de vício em alívio.
Os viciados em alívio são aqueles que têm uma gaveta cheia de analgésicos, calmantes e soníferos que os ajudam a lidar com a dor e as dificuldades da vida.
        
        Devido ao fácil acesso, é um problema que se alastra rapidamente no mundo e no Brasil também. Segundo a revista, “há uma drogaria para cada 3 mil habitantes, mais que o dobro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde". Ou seja: há mais pontos-de-venda de remédios no Brasil do que de pão – são 54 mil farmácias contra 50 mil padarias. 

         Soma-se a isso a prescrição médica desnecessária ou erros de diagnóstico e o fato de que fármaco é o segundo negócio mais lucrativo do planeta depois do petróleo.

        É fácil imaginar o quadro: pais nervosos abrem suas gavetas de medicamentos em busca de um calmante, por que encontraram maconha na mochila do filho.
Quem é mais viciado? Quem sofre mais danos? Difícil dizer, mas fato é que ambas as substâncias causam dependência e riscos à saúde física, emocional e social.
Como saber se alguém está viciado em medicamentos?

        Para mim é fácil definir. Tenho familiares com esse problema. O mais difícil é conscientizá-los do problema.

As desculpas e explicações
“Eu só tomo esse medicamento por que o médico prescreveu”
“Um só não adianta, tenho que tomar mais”
“Eu tomo mais vezes que o prescrito, por que a dor volta rapidamente”.
“Continuo tomando (mesmo depois de estar curado) por que a dor pode voltar”
“Ah, paracetamol não faz mal a ninguém, por favor,”
“É só de vez em quando para me acalmar”
“Se eu não tomar, não durmo aí como vou poder trabalhar?”

As mentiras
“Se eu não mentisse para o médico, ele não me daria a receita, ele acha que sou de ferro”
“O médico não sabe o tamanho da minha dor, eu sei. Por isso digo a ele que está insuportável”
“Para mim não faz mal misturar rivotril com álcool”

O tráfico
“Você pegou meu aturgyl, roubou enquanto eu dormia”
”Olha o que eu consegui, uma receita de Xenical!!!”
“Tem um rivotril aí? Te pago N reais pela cartela”

        Esta última é novíssima. Uma pessoa do meu círculo de amigos sussurra na sala entre poucas pessoas:

"Fiquei sabendo de um cara que tem de tudo: Rivotril, Alprazolan, Fenproporex, o que você quiser. Vende barato." 

Os riscos
        Este é também um vício que atinge todas as camadas sociais, como qualquer outro. O ex-baixista do METALLICA, JASON NEWSTED, que foi viciado em Vicodin (aquele em que o Dr. House da série também é viciado) e quase morreu conta como foi. Seu relato é direto:
        “... ficou feio uns tempos. Eu cheguei bem perto algumas vezes. Meu coração quase parou por algumas vezes. Então eu sei como é, cara. É feio. Você tem que ter cuidado- muito cuidado. Isso se alastra por você antes de vocês perceber. Isso pode tirar o que você tem de melhor não importa o quão forte ou durão você seja ou o que você tenha aguentado antes.”

        O problema é que "Todo remédio tem efeitos colaterais", afirma Arnaldo Liechtenstein, clínico-geral do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

        Este é um problema que pode ser fatal, haja vista os casos de Anna Nicole Smith e Michael Jackson. O tratamento consiste em desintoxicação, acompanhamento terapêutico e ajuda familiar. Existem grupos de apoio que podem dar suporte como o Narcóticos anônimos. Terapias alternativas para a dor como acupuntura, fisioterapia e terapia holística são poderosos. Livre-se das pílulas coloridas.

domingo, 25 de maio de 2014

Substitutos de ovos, leite, mel e manteiga em receitas

Muitas pessoas apresentam alergias ou intolerância a alguns tipos de nutrientes tais como lactose, glúten. Outras têm como princípio ético não comer carnes, ovos, leite ou qualquer outro derivado animal.

Achei este artigo muito interessante e resolvi compartilhar com aqueles que sofrem hipersensibilidade alimentar. Aqui temos dicas de substitutos de ovos e outros para receitas tais como bolo, pães, pasteis, panquecas, etc.

O artigo se encontra neste blog.




Vegan: Como substituir ovos, claras, leite, mel, manteiga... em receitas
Como transformar uma receita animal em uma receita VEGAN 
Como substituir  ovos, claras, leite, mel, manteiga na sua receita.

 Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ

Os bolos, pães, pasteis ou doces vegans são iguais ou melhores que os da pastelaria da esquina. São saborosos, lindos e super nutritivos…
Quando leio uma receita, muitas vezes já nem reparo que a receita leva ovos ou leite, pois substituo sempre… Faço todos os tipos de comida substituindo os elementos animais por elementos vegetais
Aquilo que substituo automaticamente é: os ovos, o leite, a manteiga e o mel.
PENSE SEMPRE no sabor do seu prato e qual a função do substituto, dar liga, fazer crescer…

PINCELAR MASSA:
1 - Diluir em água açafrão e pincelar
2 - Colocar por cima um pouco de oleaginosas (nozes, castanhas) de manteiga vegetal
3 - Diluir shoyu com água e pincelar.
4 - Diluir molho de tomate e pincelar.


LINHAÇA
Bate as sementes no processador de alimentos até virar pó. É tão fácil que não vale a pena guardar. Quando precisar, tritura uma ou duas colheres, acrescenta 2 ou 4 colheres cheias de água e deixe repousar por 15 ou 20 minutos. Junte uma colher de chá de leite de soja em pó e tem um verdadeiro substituto d´ovo. Usar em: panquecas, bolinhos, biscoitos, e bolos.

Polvilho azedo:
Dissolver 1 chávena de polvilho azedo em uma tigela com água. Agora basta colocar na panela e ir mexendo. Vá controlando, até que atinja o ponto declara de ovo. 
PARA BOLOS DE TABULEIROS
Troco um ovo por:
2 colheres de sopa de leite vegetal 

¼ de colher de chá de fermento em pó.

Troco a manteiga por:
o mesmo peso em óleo vegetal: de arroz, de girassol ou de milho.
BOLOS:
Trocar um ovo por:
2 colheres de chá de fermento em pó
3 colheres de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de vinagre de cidra
Preparação:
1 - Misture tudo muito bem
2 - Dose para cada ovo indicado na receita
MAIS  BOLOS:
Troco cada ovo por:
2 colheres de sopa de leite vegetal, (soja, aveia ou arroz)
½ colher de sumo de limão 

½ colher de bicarbonato de sódio. 
PARA BOLOS DE FRUTAS:
Troco um ovo por: 
1 colher de chá de araruta, 
1 colher de sopa de farinha de soja,
2 colheres de sopa de água. 


TOFU:
30 g de tofu
¼ de chávena de chá de sumo de maçã
2 Colheres de sopa de araruta
1 banana pequena·

Preparação:
1 - Coloque o tofu, banana, a araruta e o sumo da maçã no processador

2 - Bata até obter uma massa homogénea
3 – Dose para cada ovo indicado na receita.


POLME ou PANAR:
1 Colher de sopa de maizena ou farinha de soja fica ao seu critério
2 colheres de sopa de água
Preparação
1 - Diluir muito bem
2 - Utilizar no lugar do ovo
3 - Ou simplesmente ignore que o polme leva ovo.
Dicas DIVERSAS:
• 1 clara de ovo = 1 colher de sopa de ágar-ágar em pó, dissolva em 1 colher de sopa de água:  bata bem, deixe esfriar no frigorifico e bata novamente.

• 1 ovo = 1 banana pequena verde cozida e triturada = biomassa. 

• 1 ovo = 1 colher (sopa) de semente de linhaça em pó misturada a 3 colheres de sopa de água (deixe em fogo baixo até quase ferver). Excelente adição de ómega 3 à sua receita.
• 1 ovo = banana madura amassada (receitas doces) (normalmente é mais ou menos uma colher cheia para cada ovo), 


• 1 ovo = ¼ chávena de ameixa seca amassada

• 1 ovo = 1 colher de sopa de óleo e 1 de sumo de maça,

• 1 ovo = baba de quiabo, 

• 1 ovo = Farinha de rosca, 

• 1 ovo = 2 colheres de sopa leite vegetal + ½ colher de chá de limão...

• 1 ovo = 2 colheres de sopa de amido de batata (óptimo para dar liga)
• 1 ovo = ¼ chávena de puré de maçã (óptimo para doce)
• 1 ovo = 1 colher de sobremesa de lecitina de soja com + 1 colher de sobremesa de água,


• 1 ovo = 1 banana amassada: também (óptimo para doces). Adicione ½ colher de chá de fermento para obter uma textura mais fina

• 1 ovo = 2 colheres de sopa de água + 1 colher de sopa de azeite + 2 colheres de chá de fermento

• 1 ovo = ¼ chávena de puré de batatas (óptimo para dar liga).
 



Nos comentários há mais ideias de substitutos:

Para substituir o mel, eu uso xarope de glicose (KARO) que é barato e pode ser encontrado em qualquer supermercado. Para algum mais sofisticado, existe o xarope Maple (aquele "mel" que vai nas panquecas dos filmes), ele sozinho é bem doce mas tem um gosto mais suave do que o mel.

Para substitutos do leite, existem os leites de: arroz, aveia, soja, castanhas.

Para fazer o leite, basta colocar em água (dobro da quantidade de arroz) junto com o arroz, deixar descansar por 24 horas. 
Bater em um liquidificador essa mistura de água e arroz.
Com a ajuda de um pano de prato limpo, colocar a mistura no pano, e espremer dentro de um recipiente.
O caldo é o leite e está pronto para usar. 
O resíduo do pano, pode ser feito hamburger, bolinho de arroz etc.

Para substituir o mel eu uso melado de cana.

E para o leite de vaca, qualquer leite vegetal. Mas normalmente prefiro o de aveia, porque é muito neutro e já dá uma certa "liga", além da aveia ser super rica nutricionalmente e barata.

Para bolos eu prefiro suco de laranja.

Adorei as dicas dessa postagem, já favoritei, inclusive. Vou experimentar o polvilho para substituir as claras. Agradecida!


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Preservando fotos antigas

Um dos meus trabalhos favoritos além da genealogia é a restauração de fotos antigas. Como desenhista, tenho facilidade para restaurar partes perdidas, como o braço e mão do bebê e um dos olhos do garoto nas fotos abaixo

Antes e Depois de algumas fotos restauradas por mim:
























Gosto de deixá-las com aparência de foto antiga, mas bem conservada.




Restauro partes danificadas, mas sem alterar a aparência da foto.






















Também é possível aplicar efeitos artísticos


Quer sua foto restaurada? Quer manter suas preciosas lembranças? Envie email para:

staelmetzger@gmail.com

domingo, 30 de março de 2014

5 dicas para prosseguir com sua genealogia

Brasões das famílias de meu pai e minha mãe - Pedrosa e Silva.



Depois de juntar seus documentos, fotos e já tiver informações ainda que poucas sobre pelo menos 4 gerações,  é hora de aprofundar seu trabalho genealógico.

1. Busque mais informações: Cartórios, igrejas, cemitérios, censos e onde mais se possa encontrar dados de antepassados. À medida em que for encontrando dados, informações e histórias, vá anotando tudo. Isso é importante. Não confie na memória. Anote tudo. Eu tenho um registro para cada lado da minha família. Lado paterno e lado materno. Anote o nome do antepassado, cada data ou local relativo a esta pessoa, como local de nascimento, data de casamento, etc e onde conseguiu a informação.Se a informação não coincidir ou não estiver correta, anote mesmo assim e coloque uma observação, como por exemplo: "Esta informação já foi investigada e não conduz a nenhum dado correto. Além de anotar em papel, anote também
em um editor de texto no computador e salve em CDs.

2. Preencha o primeiro gráfico. Você pode fazer o download de um gráfico de 4 gerações aqui. Nesse gráfico coloque primeiramente o seu nome completo (se for mulher casada, coloque seu nome de solteira), sua data de nascimento, local, casamento, local do casamento e nome do cônjuge. Em seguida o nome de seus pais. Sempre colocando o nome de solteira das mulheres. E todas as informações que tiver sobre eles. Depois avós e bisavós. Antes de pesquisar nos centros genealógicos é bom ter esse gráfico em mãos. Melhor ainda se as datas remontarem até antes de 1920, pois será mais fácil encontrar os dados genealógicos.

3. Procure saber mais sobre os sobrenomes da sua família. É muito provável que exista um brasão de família. Procure a partir dos nomes masculinos. "A linha masculina geralmente representa o brasão da família, então use formulários de genealogia para o homem -- o "páter" -- da família. Registros antigos especificam apenas homens, por isso será um processo claro assim que as bases estiverem prontas. (As mulheres receberam o direito de representar a família em casos extremamente raros, como quando um herdeiro do sexo masculino estava ausente, por isso não descarte totalmente as listas do sexo feminino.)" Lee grayson

4. Para conseguir ajuda: Se for difícil viajar até a maior biblioteca genealógica do mundo em Salt Lake City, Utah - USA, você pode conseguir muito mesmo sem sair de casa. Assista aos vídeos do Family Search e comece a trabalhar. Neles você terá um passo a passo fácil de compreender.

5. Faça registros de grupo familiar. Este é um outro formulário. Afinal cada um dos seus antepassados tem um grupo familiar com esposa e filhos, cada filho tem cônjuge e filhos, então comece por sua própria família. Coloque o nome de seu pai, sua mãe, você e seus irmãos. Em seguida faça um outro formulário para você, seu cônjuge e filhos e assim por diante.

Dá trabalho? Sim, dá trabalho. É complicado? Só um pouco. Leva tempo? Provavelmente muitos e muitos anos. Você pode até contratar um especialista em genealogia e deixar a parte da pesquisa com ele, mas não sentirá a emoção de encontrar um nome há tanto procurado, um registro que julgava não existir, ou ajuda de quem você nem imaginava conseguir. É emocionante!

quarta-feira, 26 de março de 2014


Como iniciar uma pesquisa genealógica.

Sempre tive curiosidade sobre meus antepassados e perguntava às avós, tias mais velhas sobre o que se lembravam de seus avós e ou bisavós. Fui ouvindo histórias e relatos interessantes, ganhei fotos e documentos bem velhos. Assim iniciei minha pesquisa genealógica.

Para quem deseja conhecer seus antepassados e não sabe por onde começar ou não tem mais avós para perguntar,  aqui vão algumas dicas.

1 . Comece por juntar todos os documentos e fotos que você tiver em casa em uma caixa. Na sua certidão de nascimento, tem o nome de seus pais e avós. Na de seus pais, você encontra os nomes de seus bisavós. Já é um começo.

2. Fale com seus pais, tias (mulheres guardam mais dados de memória), irmãos mais velhos e procure saber do que se lembram. Datas de nascimento/aniversários, nomes de solteiras das avós. Você pode gravar ou anotar.
Peça fotos e documentos. Caso não queiram abrir mão de seus documentos  você pode escanear e mandar reproduzir cópias para si. Junte todas as informações possíveis e comece daí. Dicas boas de como começar você encontra no Manualzinho de Genealogia.

3. Use a internet. Existem diversos sites que apoiam este trabalho. O site Family search possui milhões de registros disponíveis para pesquisa. Existem softwares que ajudam a organizar e montar sua árvore genealógica.

4. Seja perseverante e interessado no assunto. Familiarize-se com pessoas e sites que fazem este trabalho através de grupos de discussão e fóruns disponíveis na web. Procure um centro de História da Família de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (os mórmons) em sua cidade.

5. Se quiser incrementar e ainda ter um hobbie, monte álbuns de fotos do tipo scrapbook com as fotos dos seus familiares e antepassados. Ou faça uma galeria com belas molduras numa parede de casa.

O importante é começar. Você vai perceber como seus caminhos vão sendo abertos nessa direção, como se seus próprios antepassados estivessem interessados em serem conhecidos. Quem sabe?